Estudantes de Emei visitam Fundação Ezequiel Dias como parte de projeto de pesquisa
Estudantes de Emei visitam Fundação Ezequiel Dias como parte de projeto de pesquisa
ISADORA MACIEL POEIRAS SANTOS
Nesta sexta-feira (24), mais de 40 estudantes da Escola Municipal de Educação Infantil Gameleira, da regional Oeste, farão uma visita à Fundação Ezequiel Dias (Funed) para aprender sobre os cuidados e prevenções necessárias aos ataques de escorpiões. Participarão da visita as crianças das turmas de 4, 5 e 6 anos.
Localizadas a cerca de 350 metros de distância uma da outra, a Emei Gameleira e a Funed, referência em pesquisas científicas no Brasil, mantêm uma parceria de longa data. Desta vez, a escola da rede municipal foi convidada a participar da primeira ação do programa “Com escorpião não se brinca: informação que protege, curiosidade que ensina”, voltado ao público de 4 até 14 anos.
De acordo com a professora Aline Carvalho, o programa da Funed se relaciona ao trabalho já realizado pela Emei, pois os escorpiões foram tema de pesquisa das crianças, devido à recente repercussão de ataques do animal nos noticiários. “Uma criança falou que viu no jornal sobre um bicho que estava mordendo as pessoas. Fomos pesquisar e descobrimos que se tratava de um escorpião”, disse.
Durante a visita, os estudantes vão participar de oficina com práticas interativas sobre as características e os habitats do escorpião-amarelo, além das formas de prevenções. A vivência pedagógica integra o projeto “CRI-AÇÃO”, iniciado pela escola em 2024. A iniciativa desenvolve atividades de pesquisas, oficinas e rodas de conversas junto às crianças sobre os temas de sustentabilidade, tecnologias digitais, cidadania, cultura e projetos de vida, com o uso de recursos digitais e materiais.
A proposta da Secretaria de Educação de Belo Horizonte (Smed) junto à Emei tinha como foco inicial trabalhar a robótica na Educação Infantil, inclusive conquistando premiações em torneios organizados pela Smed. O projeto foi expandido, sendo desenvolvido também em outra frente: a formação cidadã. “A gente também trabalha para que as crianças possam ser agentes na comunidade escolar, familiar e na sociedade. Então por isso o nome ‘CRI-AÇÃO’: criar meios e possibilidades”, afirmou a professora Aline Carvalho.





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