Tesouros da AML: Soneto do poeta francês Félix Arvers (1806–1851)
Durante a organização do acervo de Maria José de Queiroz, foi encontrada, entre as páginas de uma obra, uma correspondência singular: um soneto do poeta francês Félix Arvers (1806–1851). O poema, marcado por um amor silencioso e nunca revelado, permaneceu guardado por décadas, como um fragmento íntimo do tempo.
O acervo da Academia Mineira de Letras é também feito desses encontros inesperados, textos que resistem, reaparecem e continuam a nos interpelar.


Termo de Fomento 964895/2024-2025 firmado junto ao Ministério da Cultura, por intermédio da SECRETARIA DE FORMAÇÃO, LIVRO E LEITURA/MINISTÉRIO DA CULTURA. Projeto: “Conservação do Palacete Borges da Costa, e Organização, Tratamento e Digitalização do Acervo Bibliográfico e Literário da Academia Mineira de Letras





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