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Belo Horizonte,11/04/2026

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    Projeto visa a ensinar matemática de forma mais leve

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    Projeto visa a ensinar matemática de forma mais leve

    Projeto visa a ensinar matemática de forma mais leve

    CAROLINA QUEIROGA PIANETTI




    Aprender matemática não precisa, necessariamente, ser difícil. Na Escola Municipal Professor Mário Werneck (Oeste), o professor Lucas Martins Rocha desenvolveu um conjunto de práticas pedagógicas que ressignificam a aprendizagem matemática para estudantes do 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º a 9º anos), a fim de torná-la mais significativa, prazerosa e acessível a eles. As ações foram realizadas no mês de março.

     


    O principal objetivo é promover o engajamento dos alunos por meio de metodologias ativas, especialmente a ludicidade e a gamificação, favorecendo o desenvolvimento do raciocínio lógico, da autonomia intelectual e da colaboração entre pares.

     


    O professor celebrou a participação dos estudantes na ação. “Ao longo do processo, observou-se maior engajamento e participação ativa, contribuindo para a construção de uma relação mais positiva com a matemática. Isso me motiva a buscar ainda mais novidades para os próximos desafios”, celebra.

     


    Uma das principais atividades foi a gincana “Tabuada em Ação”, na qual os estudantes do 6º ano foram organizados em roda e, após o professor apresentar fatos da multiplicação (como 3x5), tinham que responder o resultado em até 5 segundos. Caso o estudante acertasse, permaneceria no jogo e, caso errasse, deveria se sentar. Ao final, o trio que permanecesse por último era o vencedor da rodada.

     


    Em um segundo momento, os estudantes foram organizados em fila e, a partir de um número dito pelo professor, os estudantes tinham que identificar uma multiplicação que correspondia àquele número. Se o professor dissesse o número 24, os alunos tinham que responder com multiplicações como 6x4 ou 8x3, por exemplo. Os que acertavam formavam uma fila à direita do docente. Os que erravam iam para uma fila à esquerda. A atividade seguia até que restassem apenas três estudantes ou menos, que eram considerados os vencedores.

     


    A proposta também celebrou o Dia Internacional da Matemática e do Pi (π), em 14 de março, por conta da sua associação com o valor do Pi, 3,14. Nos Estados Unidos, a ordem da data é mês/dia. Portanto, 3/14. Estudantes do 9º ano organizaram uma manhã de oficinas para os alunos do 3º ciclo

     


    Após a comemoração, foram realizadas quatro oficinas temáticas. Na “Memorando Pi”, os estudantes foram desafiados a memorizar dez casas decimais do Pi e, posteriormente, organizar fichas com os dígitos na ordem correta. Em “Medindo Pi”, eles investigaram a relação entre o comprimento e o diâmetro de uma circunferência por meio da medição de objetos circulares do cotidiano (prato, fita adesiva, copo etc.) e, dessa forma, se aproximaram empiricamente do valor de Pi.

     

    Na oficina “Quebra-cabeça do Pi”, os participantes montaram três quebra-cabeças de diferentes níveis de dificuldade, todos relacionados a representações visuais do π (Pi). Na “Cidade Pi”, os estudantes criaram uma representação visual semelhante a uma cidade a partir do trabalho com uma malha quadriculada, que continha dígitos do Pi. Eles pintaram a quantidade de quadrados correspondentes a cada dígito e, dessa forma, formaram colunas que remeteram a prédios.

     


    A iniciativa evidencia o potencial transformador de práticas pedagógicas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ao Currículo Referência de Minas Gerais e às diretrizes da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte, ao promover uma aprendizagem significativa, centrada no estudante e orientada para o desenvolvimento integral.

     




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