Seja bem-vindo
Belo Horizonte,10/04/2026

    • A +
    • A -

    Projeto Agbará-Imo tem primeira biblioteca criada para estimular a leitura entre jovens em vulnerabilidade social

    prefeitura.pbh.gov.br
    Projeto Agbará-Imo tem primeira biblioteca criada para estimular a leitura entre jovens em vulnerabilidade social

    Projeto Agbará-Imo tem primeira biblioteca criada para estimular a leitura entre jovens em vulnerabilidade social

    GISELE MARIA BICALHO RESENDE




    Celebrado em 9 de abril, o Dia Nacional da Biblioteca chama a atenção para iniciativas que utilizam a leitura como ferramenta de inclusão e construção de novos caminhos. Um exemplo é o projeto Agbará-Imo, da Prefeitura de Belo Horizonte, que já conta com a primeira temática implantada como parte de um conjunto de ações para a ampliação do repertório cultural, social e educacional de jovens em contextos de vulnerabilidade.

     

    Desenvolvido pela Secretaria Municipal de Segurança e Prevenção, por meio da Diretoria de Prevenção à Criminalidade, em parceria com o Instituto Macunaíma de Cultura, o Agbará-Imo tem nome de origem iorubá e significa “a força, a potência do conhecimento”.

     

    Ao todo, sete bibliotecas serão contempladas no projeto, iniciado em dezembro de 2025. A primeira unidade foi instalada na Casa de Semiliberdade Letícia e está em fase de estruturação para o início das atividades. As demais bibliotecas seguem em planejamento e serão ciadas gradualmente, conforme as especificidades de cada unidade socioeducativa.

     

    Cada biblioteca contará, em média, com cem livros de cerca de 25 títulos. O acervo é voltado principalmente para temas como direitos humanos, relações raciais, história da população negra africana e afro-brasileira, além de literatura e obras de autores negros contemporâneos e clássicos.

     

    Eixo de transformação

     

    Além do acesso aos livros, o projeto prevê oficinas de escrita criativa, teatro, rodas de leitura e outras atividades culturais que dialogam com os temas do acervo e incentivam o desenvolvimento do pensamento crítico, da autoestima e da identidade dos adolescentes.

     

    “A proposta da biblioteca temática é oferecer referências positivas, ampliar horizontes e fortalecer o reconhecimento desses adolescentes como sujeitos de direitos e protagonistas de suas próprias histórias”, destaca a diretora de Prevenção Social à Criminalidade, Márcia Alves.

     

    Voltado a jovens de 12 a 21 anos, o projeto tem capacidade para atender até 300 participantes. A iniciativa conta com o apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, do Ministério Público de Minas Gerais e do Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional (CIA-BH).
     




    COMENTÁRIOS

    Buscar

    Alterar Local

    Anuncie Aqui

    Escolha abaixo onde deseja anunciar.

    Efetue o Login

    Baixe o Nosso Aplicativo!

    Tenha todas as novidades na palma da sua mão.