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Belo Horizonte,08/03/2026

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    Espetáculo “ELAS POR ELAS” abre circulação por Minas, com apresentação gratuita em Sete Lagoas

    Criado pelo Ajuntamento Mulheres em Dança (BH/MG), o trabalho será apresentado também em Diamantina e São João Del Rei.

    Assessoria de Imprensa
    Espetáculo “ELAS POR ELAS” abre circulação por Minas, com apresentação gratuita em Sete Lagoas Foto: Marcella Calixto

    Um espetáculo de dança e improvisação que a cada cidade é modificado a partir da história de de vida de uma ou mais mulheres da região. Essa é a proposta do “Elas por Elas”, criado pelo Ajuntamento Mulheres em Dança, de Belo Horizonte. Nesta edição, as dançarinas improvisadoras Márcia Fabiano Neves e Marise Dinis e a artista da música Laura Jannuzzi iniciam a turnê de apresentações por Minas Gerais, na cidade de Sete Lagoas, no dia 7 de março, sábado, a partir das 20h, com sessão gratuita, seguida de bate-papo, na sede da Companhia Preqaria. A apresentação contará também com tradução em libras. Apoiado na linguagem da improvisação em dança, o “Elas por Elas” percorrerá ainda Diamantina e São João Del Rei e conta com a participação em cena de artistas de cada uma das localidades. Mais informações: @mulheresemdanca.


    Projeto realizado com recursos da PNAB 2024 - Edital 10 - Circulação de Espetáculos -  Secult/MG


    “O universo feminino - tema de nosso interesse e fonte de inspiração para nossa criação - é imenso! Somos muitas e nossa expressão no mundo, como mulheres, reflete realidades distintas, muitas delas desconhecidas por nós do ajuntamento. Quando o espetáculo foi concebido, éramos 6 dançarinas, e partimos das nossas próprias realidades e de mulheres que nos inspiravam. Com o tempo, fomos compreendendo que nosso universo é restrito se pensarmos nas múltiplas maneiras de se viver o feminino e de existir enquanto mulher na nossa sociedade”, comenta Marise Dinis. 


    Nesta 2ª edição do projeto, a proposta é que as artistas convidadas de cada cidade indiquem mulheres que são referência em sua região. “É um modo de conhecê-las, mas também, um modo de reverenciá-las, dar visibilidade, reconhecimento. Além disso, é uma peça “elástica” e baseada na improvisação, o que nos permite reverenciar distintas mulheres com propostas de cena diferentes. Podemos fazer acontecer no teatro, em espaços multiusos, em espaço público”, completa. 



    Foto: Flora Mitterhofer


    Sete Lagoas

    Em Sete Lagoas, as artistas do Ajuntamento Mulheres em Dança convidaram as artistas Cib Maia e Drika Rezende


    “Fomos movidas por uma curiosidade de conhecer como artistas de outras cidades vivem seus processos, como se movem nessa construção infinita de semear um campo sensível por meio da dança. No caso deste projeto, nos deparamos com o Estado de Minas Gerais, tão extenso em que a dança se faz muito presente, desde as manifestações populares até as abordagens mais contemporâneas”, comenta a dançarina de improvisação Marise Dinis.


    Cib Maia é multiartista da dança, arquiteta urbanista, videoartista, arte-educadora, curadora, gestora cultural e designer que atua em território nacional e internacional através da dança e suas potentes formas de ocupação. Promove parcerias e intercâmbios artísticos e técnicos em países na América Latina, Europa e Ásia.


    Adriana Margarida Rezende é bailarina, coreógrafa, diretora artística e professora de dança (ballet clássico, jazz e dança contemporânea), fundadora e diretora da Drika Rezende Escola de Dança, que funciona em Sete Lagoas.


    “Construir um espetáculo cênico por meio da improvisação com artistas, em sua maioria, desconhecidas por nós, traz para o trabalho algo que tem relação estreita com a própria improvisação: o risco do não saber; a desestabilização às vezes necessária para que o “novo” emerja; a potência do encontro e do jogo”, diz. 


    O projeto “Elas por Elas” segue ainda por Diamantina no dia 10 de abril, com apresentação gratuita e encontro com mulheres da região, e encerra na cidade de São João Del Rei com apresentação e oficina para artistas locais.




    Foto: Marcella Calixto


    AJUNTAMENTO MULHERES EM DANÇA

    MARISE DINIS

    Marise Dinis reside em Belo Horizonte onde atua profissionalmente como dançarina, produtora cultural e professora de dança, desde 1990. Atuou nos grupos Camaleão, Meia Ponta, 1º Ato e Benvinda Cia de Dança. Desde 2004, atua como artista independente e em colaboração com grupos, coletivos e outros artistas (Quik Cia de Dança, Grupo Espanca!, Movasse, Coletivo Black Horizonte). É cofundadora do ajuntamento Mulheres em Dança, desdobramento do Projeto Em PlaylistA, que se dedica à criação a partir da perspectiva do feminino. Se aprofundou no estudo da improvisação na dança em diálogo com outras áreas artísticas. É professora da Escola Livre de Artes Arena da Cultura desde 2018 e instrutora de GYROKINESISⓇ, desde 2023.

    LAURA JANNUZZI

    Laura Jannuzzi é cantora, compositora, instrumentista e produtora musical radicada em Juiz de Fora (MG). Lançou os álbuns autorais Ondes (2016) e Sede da Manhã (2021), com participações de Ney Matogrosso, César Lacerda e Clara Castro. Participou de festivais como FENAC, FEMUCIC e Fun Music Festival, e suas composições foram gravadas por diversos artistas da música brasileira. Atua também em trilha sonora e direção musical para audiovisual e artes cênicas, além de realizar a produção executiva do Encontro de Compositores JF e integrar o coletivo de choro Chora Éfe.

    MÁRCIA FABIANO NEVES

    Márcia Fabiano Neves é dançarina criadora, professora de dança e movimento, produtora e gestora cultural. Desde 2017, atua na coordenação da área de Dança da Escola Livre de Artes Arena da Cultura/PBH. Tem trabalhos autorais produzidos individualmente e em colaboração com artistas interessad_s em abordagens mais transversais no exercício da criação cênica. Colaborou com o grupo Ideia de Dança e foi cofundadora da Plataforma MULTIDANÇAS. É cofundadora do ajuntamento Mulheres em Dança, desdobramento do Projeto Em PlaylistA, cujo trabalho se funda no universo feminino e em questões que se entrelaçam à condição de ser mulher na atualidade. Há mais de três décadas, se dedica à prática da improvisação e composição em tempo real e a estudos que articulam abordagens somáticas e procedimentos em dança no âmbito artístico e pedagógico. 


    Foto: Flora Mitterhofer





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