PBH antecipa repasse de R$ 49 mi para hospitais filantrópicos e quita passivo com unidades de saúde
PBH antecipa repasse de R$ 49 mi para hospitais filantrópicos e quita passivo com unidades de saúde
ISABELLA DA CONCEICAO SOUTO
A Prefeitura de Belo Horizonte destinou R$ 49 milhões para os hospitais filantrópicos da Rede SUS-BH nesta sexta-feira (6). Isso significa a quitação do passivo que possuía com as entidades – e o cumprimento antecipado do acordo que previa o repasse dos recursos em 27 de fevereiro, último dia útil do mês.
“Estamos antecipando os R$ 49 milhões que estavam prometidos para o final do mês, para ainda hoje, sexta-feira, zerar o jogo com a saúde em Belo Horizonte. Ninguém deve ninguém a partir de agora”, anunciou o prefeito Álvaro Damião durante reunião com o presidente da Câmara Municipal, Juliano Lopes.
Em 29 de janeiro, a PBH já havia concluído o repasse de parte do passivo com os hospitais filantrópicos, totalizando R$ 70,7 milhões – R$ 1,7 milhão acima do valor pactuado em reunião com as instituições, quando foram acordados R$ 69 milhões até aquela data. Conforme o acordo, neste mês seria efetuado o repasse de mais R$ 49 milhões, recursos do caixa próprio do município e que teve o pagamento antecipado para esta sexta-feira.
Ao longo de janeiro ainda foram repassados um total de R$ 264.066.112,66 aos hospitais que compõem a rede SUS-BH, somando recursos próprios do município e as transferências de verbas estaduais e federais.
O prefeito Álvaro Damião anunciou ainda mais R$ 72 milhões para serem aplicados na área da Saúde, valor que corresponde à devolução de recursos do Legislativo para os cofres do município. “Poderíamos distribuir esses R$ 72 milhões para qualquer outra pasta, mas nós vamos colocar todos esses recursos na saúde”, assegurou.
Ao entregar um cheque simbólico com o valor, o vereador Juliano Lopes ressaltou o papel dos colegas na economia de recursos dos cofres públicos. “Quero hoje agradecer todos os vereadores que contribuíram para criar essa economia e agradecer também aos funcionários da Câmara, que também tiveram a competência de perceber isso, porque esse dinheiro não é nosso e da população de Belo Horizonte”.





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